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Muricy mantém ‘guarda alta’ e exalta confiança no título do Palmeiras

Fonte: UOL Esporte

O empate em casa diante do Sport deixou o Palmeiras novamente na ponta do Brasileiro. Apesar da liderança, o time do Parque Antarctica segue bem ameaçado, com a possibilidade de ser ultrapassado por até três equipes no fim de semana. Mesmo assim, o técnico Muricy Ramalho faz de tudo para não perder a confiança e ainda esbanja otimismo na possibilidade do título alviverde.

“Eu não desisto. Já passei por cada uma no futebol… Por isso, não baixo a guarda. Nosso time está bem disposto e ainda tem muita competição pela frente. Os outros times ainda têm que ganhar, não é bem assim como todos pensam. Temos boas chances de sermos campeões”, opinou o treinador.

Com a igualdade por 2 a 2 da última quarta-feira, o Palmeiras chegou aos 59 pontos, à frente do São Paulo no saldo de gols. Porém, o clube alviverde pode ser ultrapassado pelo time tricolor e ainda por Flamengo e Atlético-MG ao término da 35ª rodada.

“Sei que era um resultado muito importante a vitória sobre o Sport, mas não baixo a guarda. Matematicamente temos chance de ganhar o título. Por causa disso, não pode haver nenhum desespero da nossa parte”, completou.

Apesar de não perder a confiança na briga pelo Brasileiro, Muricy admitiu que não terá vida fácil para recuperar o ânimo dos jogadores. Isso porque o time tinha obrigação de vencer o Sport na última quarta, em sua opinião, e mais uma vez falhou. Desta forma, ampliou o momento instável no torneio, somando somente seis pontos dos últimos 24 disputados.

“É claro que falta um pouco de tranquilidade. Às vezes, ter vontade em excesso atrapalha como foi contra o Sport. Mas eu sou o comandante e não posso baixar a guarda. Não só não vou baixar, como vou levantar o moral do time. É sempre grande um desafio ser campeão e vou lutar até o último ponto”, concluiu o comandante alviverde.

Agora, o Palmeiras fica na torcida contra seus rivais diretos pela liderança e folga na Série A até a próxima quarta-feira. O time do Parque Antarctica encara o Grêmio em Porto Alegre quase que obrigado a se tornar o primeiro a vencer o clube gaúcho em casa na competição.

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Palmeiras fica atrás duas vezes, mas busca empate heroico e segue líder

Fonte: Site Oficial

Palmeiras e Corinthians fizeram jogo emocionante em Presidente Prudente e empataram em 2 x 2 pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro 2009. Com o resultado, o Verdão manteve-se na liderança da competição, pelo saldo de gols. Os destaques do jogo foram os zagueiros Danilo e Maurício, com um gol cada, e Figueroa, com duas assistências.

Para ver tudo o que rolou em Presidente Prudente, clique aqui!

O Palmeiras, jogando de branco por causa do forte calor em Presidente Prudente, entrou com três zagueiros e com Jumar na vaga de Edmílson. E começou o jogo com tudo: logo aos 2 min, Figueroa invadiu a área pela direita e cruzou rasteiro, mas Obina, livre, não chegou na bola. O Verdão apertava a marcação no campo de ataque, jogando pela esquerda com Marcão explorando a velocidade de Armero. O jogo estava quente, com os jogadores aplicados na marcação e cometendo faltas.

Aos 9 min, Obina, destaque contra o Goiás, apareceu com perigo mais uma vez, recebendo na corrida cara a cara com Felipe, mas o goleiro antecipou e mandou pra longe. No lance seguinte, Vagner Love entrou pela direita e, mesmo marcado, conseguiu cruzar rasteiro, mas a bola atravessou a área sem ninguém tocar. O Alviverde controlava o meio-campo, e tocava a bola em busca de espaços. Aos 13 min, a torcida palmeirense quase gritou gol: Armero mandou uma bomba de fora da área, mas as bola passou raspando a trave.

Obina era o homem da tarde. Os jogadores do Verdão procuravam o camisa 28. Aos 17 min, ele recebeu bom passe de Vagner Love, porém em impedimento. Só que aos 19 min, Marcos, que estava tranquilo na partida, levou um susto: o corinthiano Edu bateu forte da intermediária e a bola saiu por cima. O Corinthians tentava chegar em cobranças de falta, mas a zaga palmeirense, atenta, tirava todas por baixo.

Aos 22 min, ótima chance para o Verdão: após contra ataque rápido, Figueroa correu pela direita e cruzou rasteiro para o meio da área, mas os atacantes Alviverdes passaram a linha da bola. Na sequencia do lance, falta para o Palmeiras na entrada da área. Depois de muita demora pra cobrar, Diego Souza bateu rasteiro e a zaga deu rebote. O camsia 7 chutou de novo, dessa vez de esquerda, mas a bola foi longe. A equipe palestrina continuava superior no jogo, com os laterais Figueroa e Armero se desdobrando em campo. Os dois times, todavia, faziam muitas faltas, deixando o jogo parado.

Aos 30 min, Marcos viu sua meta ameaçada pela segunda vez: Ronaldo invadiu a área pela esquerda e chutou cruzado. A finalização saiu ruim e foi para fora. No lance seguinte, outro susto do camisa 9 corinthiano, dessa vez após cruzamento da esquerda de Jorge Henrique. A cabeçada saiu pela esquerda. Os ataques do Corinthians deixaram Muricy Ramalho irritado. Na beirada do campo, o técnico dava instruções aos jogadores e pedia força na marcação.

Aos 36 min, o Verdão ficou em situação muito delicada: Jorge Henrique recebeu passe, invadiu a área livre e foi derrubado por Marcos. Pênalti, com direito a expulsão do camisa 12. O Goleiro reserva Bruno entrou no jogo, no lugar de Obina. E, de cara, já teve que encarar o chute de Ronaldo na marca da cal. O atacante corinthiano bateu bem e fez Palmeiras 0 x 1 Corinthians.

O Palmeiras ficou nervoso em campo. Danilo, aos 41 min, fez falta dura no meio-campo e levou cartão amarelo. E o primeiro tempo acabou, sem mais nenhuma boa chance. O Verdão foi para o vestiário em desvantagem e com um jogador a menos.

Para a segunda etapa, o Alviverde voltou com novidade: Muricy tirou Marcão, uns dos três zagueiros, e colocou o camisa 11 Marquinhos para tentar reverter o placar. Logo de início, o Corinthians mostrou que ia aproveitar a superioridade numérica, tocando a bola para cansar a marcação Alviverde e tentar partir nos contra-ataques. A tática quase deu certo aos 4 min, quando Ronaldo recebeu na área e bateu, mas foi travado por Danilo, em grande recuperação.

Marquinhos tentava jogadas pela esquerda, junto com Armero, mas o adversário estava todo atrás e dificultava a troca de passes. Aos 6 min, porém, ele ajudou muito o Verdão, sofrendo falta na intermediária. O cruzamento de Figueroa saiu preciso para Danilo, que tocou firme de cabeça: gol do camisa 23! Palmeiras 1 x 1 Corinthians. O Verdão empatava no início do segundo tempo, e a torcida palmeirense foi à loucura.

Diego Souza, com a faixa de capitão, mostrava muita raça. O camisa 7 ajudava na marcação e ainda tentava tramar jogadas com Figueroa pela direita. Aos 14 min, o Corinthians por pouco não fez: o lateral Balbuena bateu forte de fora da área e a bola explodiu no travessão. Mas Diego exibia muita disposição: em duas jogadas aos 15 min, chegou com perigo à área adversária, mas não conseguiu concluir.

Aos 20 min, porém, o Corinthians voltou a ficar na frente. Defederico deu bom passe para Ronaldo, que aproveitou a saída errada de Bruno para fazer seu segundo no jogo. Palmeiras 1 x 2 Corinthians. E a partida voltava a ficar complicada para o Verdão.

Com o calor e o jogo corrido, as duas equipes começaram a cansar e o ritmo da partida caiu. O Verdão tentava achar espaços na defesa corinthiana, mas o adversário estava todo atrás do meio-campo, com apenas um jogador mais adiantado. Aos 30 min, Muricy deu sua última catada: tirou Souza para colocar o atacante Ortigoza, mandando o time de vez ao ataque.

Quando o jogo parecia perdido pelo Palestra, a jogada aérea novamente salvou o Alviverde: aos 39 min, Figueroa, sempre ele, cruzou da direita e o zagueiro Maurício cabeceou sem chances pra Felipe: gol do Verdão! Palmeiras 2 x 2 Corinthians. Com um a menos desde o primeiro tempo, o time palestrino conseguia um empate épico no interior paulista.

Mas o jogo seguia indefinido. Aos 42 min, Dentinho cabeceou livre na pequena área, por cima da meta de Bruno. Já nos acréscimos, o Palmeiras teve boa chance em cruzamento pela direita, mas a zaga adversária tirou. No último lance da partida, o Corinthians cruzou bola na área, sem perigo. Final de jogo, Palmeiras 2 x 2 Corinthians, em grande clássico. O Palmeiras mostrou grande poder de reação, ao buscar o empate na complicada tarde deste domingo (01).

O Verdão volta a jogar no próximo domingo (08), contra o Fluminense-RJ, no Rio de Janeiro, pela 33ª rodada do Brasileirão. Os desfalques certos serão o goleiro Marcos, expulso no clássico, e o atacante Ortigoza, que levou o terceiro cartão amarelo no final da partida.

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Muricy “veta” desespero e enaltece longa série no topo do Brasileiro

Fonte: UOL Esporte

A derrota do Palmeiras diante do Flamengo, 2 a 0, no domingo, dentro do Parque Antarctica não causará abalo emocional no time alviverde. Quem avisa é Muricy Ramalho, que aponta a seguinte explicação: um time que lidera o Brasileirão há 16 rodadas seguidas não tem razões para se desesperar mesmo diante de três tropeços consecutivos.

Nos últimos nove pontos disputados, o Palmeiras somou apenas um ponto (empate diante do Avaí), mas segue com boa vantagem sobre o segundo colocado, o Atlético-MG. São quatro pontos de diferença (54 a 50).

Os seguidos tropeços de São Paulo e Internacional evitaram aproximações ao líder Palmeiras. E é justamente a vantagem na liderança que precisa ser ressaltada, prega Muricy, mesmo que tropeçando nas últimas rodadas.

“Confortável não é [série negativa]. Mas aí você vê que os demais nunca chegam na gente”, diz Muricy Ramalho. “Há 16 rodadas que só falam dos times que estão correndo atrás da gente”, acrescenta.

Apesar da boa diferença entre o líder e o segundo colocado, o Campeonato Brasileiro tem sido o mais nivelado dos últimos anos.

Desde que o sistema de pontos corridos no Brasileirão foi limitado a apenas 20 clubes, em 2006, jamais um líder havia chegado à 30ª rodada com uma pontuação abaixo de 56 pontos. O Palmeiras soma 54 pontos na edição de 2009.

Em 2006, o São Paulo tinha 60 pontos na 30ª rodada. Em 2007, a equipe do Morumbi liderava com muito mais folga: 63 pontos. No ano passado, o Grêmio era o líder na rodada 30, com 56 pontos, mas permitiu a ultrapassagem do São Paulo.

Quanto a uma comparação entre o Palmeiras de hoje e aquele de 2008, que ficou na liderança do Brasileiro por uma rodada e depois caiu de produção, Muricy é enfático: “Aquele time ficou uma rodada na liderança no ano passado. Nós estamos há 16 rodadas. Então ‘acho’ que nossa campanha é muito mais consistente”, respondeu o técnico com irritação.

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Palmeirense Cleiton Xavier alerta para perigos do Avaí

Fonte: Lancepress

Com o empate do São Paulo contra o Coritiba (2 a 2), o Palmeiras terá, nesta quinta-feira, a chance de abrir até sete pontos de vantagem para o vice-líder. No entanto, para o meia Cleiton Xavier, o time alviverde não terá facilidade para conseguir a vitória em casa.

O camisa 10 palmeirense, que já jogou no Figueirense, rival histórico do Avaí, alerta para os perigos da equipe catarinense.

“Sabemos que será um jogo complicado, contra um Avaí que está fazendo um belo campeonato, com o Silas. O time tem o Marquinhos, o Muriqui, o Emerson, que jogou comigo. O Avaí vem bem desde o ano passado. Será um jogo muito difícil”, disse Cleiton Xavier.

Na partida entre as duas equipes no primeiro turno, o Palmeiras passou fácil pela equipe catarinense. Venceu por 3 a 0, com dois gols de Obina e um de Cleiton Xavier. Entretanto, mesmo com a facilidade encontrada no primeiro confronto, os jogadores descartam o rótulo de jogo fácil.

Danilo, zagueiro do time do Palestra Itália, espera contar com a força da torcida para somar mais três pontos.

“Eles têm um time perigoso. Tem o Marquinhos, um jogador experiente, William, Muriqui… É um time de muita velocidade no contra-ataque. Sabemos que a nossa torcida está tendo paciência. Esperamos que o Palestra esteja lotado e que possamos vencer mais uma vez”, afirmou.

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Egoísta na tabela do Brasileiro, Palmeiras distribui liderança em campo

Fonte: Globoesporte.com

Teoricamente, Marcos é o verdadeiro capitão da equipe palmeirense, pois carrega a braçadeira consigo durante as partidas. Mas a liderança na equipe alviverde, ao contrário da liderança do Campeonato Brasileiro que o clube não quer dividir com nenhum concorrente, é repartida quando o time está em campo. Só no sistema defensivo, são quatro os atletas que já foram capitães nas suas antigas equipes – Danilo (Atlético-PR), Maurício Ramos (Coritiba), Edmílson (Palmeiras, durante a Libertadores-09) e Marcão (Atlético-PR). No meio-campo, Cleiton Xavier já foi o responsável por representar a equipe do Figueirense.

- O importante é falarmos bastante. Nos últimos jogos, tenho notado que o time está muito afoito, querendo decidir rapidamente o lance. Isso acontece mesmo quando estamos com vantagem. Por isso, temos de conversar cada vez mais para saber a hora certa de valorizar a posse de bola. E nós, os mais experientes, temos papel importante nisso – comentou Edmílson, que já atuou por clubes europeus como Barcelona e Lyon.

Além desses, outros jogadores que não ostentaram braçadeiras têm espírito de liderança em campo. Um dos atletas dos mais prestigiados pelos torcedores, Pierre sofre no departamento médico por não poder ajudar a equipe – ele se recupera de uma lesão no tornozelo e dificilmente voltará a jogar neste Brasileiro.

Outro que fala bastante quando está em campo é o meia Diego Souza. No último domingo, contra o Santos, o camisa 7 afirmou ao GLOBOESPORTE.COM que evitou exercer essa função com a arbitragem, pois já havia sido expulso em duas oportunidades pelo juiz Sálvio Spíndola Fagundes.

- Conversei com o Marcos e o Edmílson e falei para eles falarem mais com o juiz. Achei melhor assim – disse.

Com braçadeira ou não, os lideres e os coadjuvantes do Palmeiras caminham rumo ao título Brasileiro, conquista que o clube não vê há 15 anos. Na noite desta quinta-feira, eles se colocam à disposição, cada um da sua maneira, para manter o time na ponta do Nacional – atualmente tem 53 pontos, quatro a mais que o São Paulo. E Muricy Ramalho, o líder maior da equipe, celebra essa distribuição de responsabilidades em campo.

- Nós percebemos em todos esses líderes. Tem o Marcos, que comanda bem, mas existem outros em campo que se juntam na dificuldade em campo e fora dele também. Eu percebo que eles conversam muito entre si e isso é importante. O jogador não tem de ficar calado em campo. Precisa às vezes posicionar o outro, dar uma força. O Danilo, o Edmílson e eu nos juntamos no intervalo e mudamos o jogo contra o Santos. Os líderes têm uma leitura do futebol. Não adianta só ser líder para pedir aumento e bicho.

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Líder Palmeiras bate o Santos de virada e mantém cinco pontos de folga

Fonte: Globoesporte.com

O Santos bem que tentou e chegou até a abrir o placar, mas não foi páreo para o poderio do líder do Campeonato Brasileiro. O Palmeiras mostrou que tem atualmente o melhor time da competição e venceu o clássico deste domingo por 3 a 1, de virada. Deixou a Vila Belmiro com os mesmos cinco pontos de vantagem da rodada passada: são 53 contra 48 do vice-líder São Paulo. Já o Santos segue com 36, em 12º lugar.

Muricy Ramalho venceu o duelo com Vanderlei Luxemburgo e viu seu time ganhar uma partida por dois gols de diferença pela primeira vez desde que assumiu o cargo, há 12 rodadas. Já o santista viu praticamente acabar o seu sonho de chegar o G-4.

Muita correria, pouco futebol

O primeiro tempo deixou clara a diferença técnica entre as duas equipes. O Santos tentou tomar a iniciativa, mas contava apenas com lampejos – ora de Madson, em jogadas individuais, ora de Neymar, com algum passe tirado da cartola. Ficou evidente a falta que faz Paulo Henrique Ganso, o articulador das jogadas, que está na seleção sub-20.

A única jogada correta organizada pelo ataque do Santos saiu aos oito minutos, quando Germano apareceu de surpresa na área do Palmeiras, aproveitou passe de Neymar e chutou. A bola foi por cima.

A partir dos dez minutos, o Palmeiras começou a controlar a posse de bola e ameaçar o gol de Felipe – primeiro em chutes de fora da área de Diego Souza. Aos 11, ele mandou uma bomba e obrigou Felipe a se esticar para defender.

Aos poucos, o Palmeiras foi achando espaços pelas laterais. Armero e Figueroa chegavam à linha de fundo sem serem incomodados e passaram a cruzar bolas na área. A zaga tinha muito trabalho, mas conseguia cortar. Acuado, o Santos tentava ao menos encaixar algum contra-ataque, mas o meio de campo palmeirense vigiava de perto Madson e Neymar. Kléber Pereira, por sua vez, só teve seu nome citado na divulgação das escalações.

A situação dos donos da casa se complicou quando Fabão e George Lucas deixaram o gramado, machucados. Foram substituídos, respectivamente, por Astorga e Luizinho. O primeiro não comprometeu. Com o lateral, o time perdeu a qualidade no passe. Ele chegou perto da linha de fundo por três vezes, mas errou todos os cruzamentos.

Para sorte dos alvinegros, Diego Souza e Cleiton Xavier não fizeram um bom primeiro tempo: o primeiro só apareceu nos chutes, e o segundo se limitou a passes burocráticos.

Emoção na segunda etapa

Os times voltaram do intervalo dispostos a passar uma borracha no primeiro tempo. O Santos, que terminou a etapa inicial acuado, voltou do intervalo partindo para o ataque por todos os lados. Luizinho, que entrara mal no primeiro tempo, mostrava velocidade pela direita, deixando Armero para trás.

E foi assim que o ala abriu o placar, aos nove minutos. Ele aproveitou bela jogada de Neymar pela esquerda e encheu o pé direito. A bola ainda desviou em Armero antes de estufar a rede de Marcos.

O gol santista acordou o Palmeiras. Com Robert no lugar de Obina, a equipe de Muricy Ramalho ganhou mobilidade e passou a aproveitar melhor espaços deixados pelo adversário. Aos 18, Figueroa cobrou falta da direita e achou Diego Souza na área. O meia ganhou de dois marcadores pelo alto e cabeceou firme, empatando a partida.

O jogo tornou-se franco e emocionante. O Santos não se intimidou com o empate do líder e continuou em cima. Luxemburgo sacou Pará do jogo e mandou o time ao ataque escalando o meia-atacante Felipe Azevedo. Aos 24, ele cruzou da direita, Kléber Pereira deixou passar, e Neymar, livre, tentou colocar no ângulo esquerdo, mas errou o alvo.

O líder deu a resposta e conseguiu a virada. A zaga santista deixou Diego Souza dominar dentro da área. Erro fatal. O meia conseguiu se livrar de dois marcadores e chutou cruzado. Robert esticou a perna e fez 2 a 1.

Com o meio-campo escancarado, já que Pará era quem melhor marcava, os palmeirenses tiveram os espaços que faltaram na primeira etapa. Aos 31, Diego Souza e Cleiton Xavier vieram tabelando desde a intermediária. Cleiton rolou a bola para Robert, que ganhou de Triguinho e jogou por baixo das pernas de Felipe. Antes que a bola cruzasse a linha, Vagner Love apareceu para assumir a autoria do gol.

Aos 41 minutos, Maurício derrubou Neymar na entrada da área. O árbitro assinalou pênalti, mas foi avisado pelo auxiliar que a falta havia sido fora da área. Após reclamações santistas, Madson cobrou a infração na cabeça de Felipe Azevedo, que desviou. Marcos fez grande defesa. Ao final da partida, santistas protestaram com gritos de guerra contra a diretoria. Luxemburgo foi poupado.

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Com “gol de R$ 100 mil”, Palmeiras vence e dispara

Fonte: Portal Terra

Vitórias custam esforço, técnica, até sorte, mas a do Palmeiras sobre o Atlético-PR, neste sábado, no Palestra Itália, teve um preço fixo: R$ 100 mil. Foi essa a quantia que os paulistas pagaram ao rival paranaense para escalar o emprestado zagueiro Danilo, e foi justamente ele quem definiu o triunfo por 2 a 1, com um gol e uma intervenção salvadora, deixando a equipe alviverde ainda mais folgada na liderança do Brasileiro.

A vitória deste sábado deixou o Palmeiras com 50 pontos, contra 44 do vice-líder São Paulo, que ainda joga na rodada – neste domingo, diante do rival Corinthians, no Morumbi. Já o Atlético-PR, com 31, está seis acima da zona de rebaixamento e pode ver a distância diminuir ao término da rodada.

O Palmeiras segurou o Atlético-PR no primeiro tempo, apesar de ter sofrido alguns contra-ataques perigosos, e por ter mais posse de bola o time de Muricy Ramalho criou as principais jogadas ofensivas da etapa. Em uma de suas investidas, a equipe alviverde abriu o placar aos 42min, depois que Mauricio deu um chutão para o alto e a bola foi para Figueroa. Consciente, o chileno dominou e bateu na saída de Galatto.

Veio o segundo tempo e o técnico Antônio Lopes mandou a campo um Atlético-PR mais audacioso, disposto a manter a posse de bola e assustar a torcida rival principalmente na bola aérea. Diante de um Palmeiras acuado na defesa, a estratégia surtiu efeito aos 16min, depois que Paulo Baier cobrou escanteio da esquerda, Chico cabeceou e a bola desviou na cabeça do zagueiro alviverde Danilo antes de entrar.

O Atlético-PR, porém, cometeu um erro grave depois que empatou o jogo; recuou demais e deu campo para o Palmeiras jogar. Desta forma, o time alviverde (de azul e branco neste confronto) partiu para cima do adversário e, em uma cobrança de escanteio, retomou a vantagem no marcador. Aos 24min, Figueroa cruzou da direita e o zagueiro Danilo, de carrinho, acertou o canto direito do goleiro adversário.

Mas Danilo não se contentou só em marcar o gol da vitória do Palmeiras. Aos 36min, Edmílson perdeu a bola na defesa para Wesley e o camisa 8 tocou para Paulo Baier. O meia, sem goleiro e de dentro da área, chutou para o gol e Danilo salvou o que seria o gol de empate, justificando ainda mais os R$ 100 mil investidos pelo Palmeiras na sua utilização.

O próximo desafio do Palmeiras pelo Brasileiro é contra o rival Santos, no próximo dia 4 – domingo -, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro. Já o Atlético-PR terá pela frente outro clube paulista: o Corinthians, um dia antes, às 18h30, no Pacaembu.

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Palmeiras segura pressão, vence Cruzeiro e obtém ‘gordura’ no topo

Fonte: UOL Esporte

O duelo no Mineirão dificilmente alteraria posições na tabela do Campeonato Brasileiro, mas uma vitória nesta quarta-feira seria importante para as pretensões das duas equipes na competição. E o líder Palmeiras foi mais eficiente. Com um jogador a menos durante quase todo o segundo tempo, a equipe paulista segurou a pressão, venceu o Cruzeiro por 2 a 1, de virada, no encerramento da 25ª rodada do Nacional.

Com o resultado, o Palmeiras mantém a liderança com 47 pontos, mas agora abre três pontos em relação ao vice-líder São Paulo e quatro do terceiro colocado Internacional, que tropeçaram na rodada. O Cruzeiro permanece na 13ª colocação, com 32 pontos e ainda distante do Santos, 12º com 36.

O duelo não determinaria a mudança de posições na tabela – somente uma derrota de no mínimo cinco gols de diferença tiraria a liderança palmeirense -, mas ganhou ingredientes que elevaram a temperatura. Após a troca de acusações de Fabrício e Diego Souza, o atacante Kléber compareceu a uma festa da torcida alviverde e desagradou aos cruzeirenses, que inclusive o vaiaram quando ele foi substituído.

Mandante da partida, o Cruzeiro tomou a iniciativa da partida e ocupou melhor os espaços no meio-campo. Ao líder Palmeiras coube estabilizar a defesa para criar os contra-ataques. No entanto, logo aos 8min do primeiro tempo, o atacante Thiago Ribeiro conseguiu furar o esquema palmeirense.

Acostumado a atuar com três zagueiros (3-5-2), Muricy Ramalho não contou com Edmílson, machucado, e escalou a formação mais tradicional (4-4-2). O camisa 11 cruzeirense recebeu livre entre Marcão e Maurício Ramos, ficou cara a cara com o goleiro Marcos e chutou rasteiro para abrir o placar no Mineirão.

O Palmeiras chegou ao empate na sequência, aos 10min. Em falta próxima a área, o meia Diego Souza bateu, a bola fez uma curva e enganou o goleiro Fábio. A partir daí, o Cruzeiro dominou as ações ofensivas e utilizou bem os dois lados do campo para pressionar, mas via o clube paulista ameaçar em contra-ataques.

Depois de reclamar de um pênalti em Kléber antes mesmo do primeiro gol, o Cruzeiro voltou a pedir a marcação de uma infração dentro da área. Após jogada de Gilberto pela esquerda, o volante Fabrício apareceu na entrada da área e chutou, mas foi travado e ficou caído. O árbitro não marcou nada.

Enquanto o Palmeiras criava suas principais jogadas pelo setor esquerdo com o colombiano Armero, o Cruzeiro explorava os dois lados do campo. O volante Fabrício e Diego Renan tiveram suas chances, mas a igualdade prevaleceu no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o Cruzeiro foi para cima, mas em erro de Diego Renan, a bola ficou com Cleiton Xavier, que encontrou Vagner Love entre os dois zagueiros cruzeirenses. O camisa 9 arrancou, driblou Fábio para colocar o Palmeiras em vantagem.

Aos 8min, Jonathan, que entrou no lugar do machucado Fabrício, tentou invadir a área, mas foi derrubado por Armero. O lateral-esquerdo já tinha um amarelo e foi expulso, deixando o Palmeiras com um a menos durante quase toda a etapa final. Além de perder o colombiano, a equipe alviverde ficou sem Wendel, substituído por Figueroa. O ala teve que deixar a partida após cair sangrando em disputa de bola com Kléber e pode ter fraturado a mandíbula.

Com um a mais, o técnico Adilson Batista decidiu colocar mais um atacante. Guerrón entrou bem e o Cruzeiro passou a encurralar os visitantes. Foi de seus pés, inclusive, que os donos da casa criaram jogadas de perigo. Kléber e Leonardo Silva ficaram próximos de marcar. Cada jogada de bola parada era um sufoco na área do Palmeiras, que conseguiu segurar a pressão para vencer.

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Na quarta ‘rodada da sorte’, Palmeiras adota coringa e quer abrir no topo

Fonte: UOL Esportes

O Palmeiras já é o líder do Campeonato Brasileiro há 11 rodadas. Além de realizar uma boa campanha, a equipe alviverde por três vezes contou com a sorte quando não venceu, porque os concorrentes também tropeçaram.

Como vai fechar a 25ª jornada da competição em partida isolada, o time de Palestra Itália correu o risco de entrar em campo quarta-feira na terceira colocação – Internacional e São Paulo jogaram no fim de semana e tiveram a chance de ultrapassá-lo. Mas novamente a sorte apareceu: o Inter perdeu para o Vitória, e o rival tricolor empatou com o Santo André.

Portanto, se ganhar do Cruzeiro no Mineirão, o Palmeiras abrirá três pontos de vantagem sobre o São Paulo e quatro sobre a equipe gaúcha.

Depois da derrota do dia 13 para o Vitória, o técnico Muricy Ramalho trabalhou duas formações táticas, só que sem mexer nas peças. O coringa Edmílson pode fazer a função de volante e de terceiro zagueiro e será o responsável pela variação do 4-4-2 para o 3-5-2.

“Treinamos de duas maneiras. Podemos começar de um jeito e, antes do intervalo, mudar a forma de jogar sem alterar o time”, declarou o treinador, em entrevista à ESPN Brasil.

No treino da última segunda-feira, Edmílson deixou o campo com dores na coxa. Segundo a assessoria de imprensa do clube, o atleta de 33 anos será submetido a um exame de ultrassom por precaução, mas dificilmente ficará vetado pelo departamento médico.

O comandante palmeirense também confirmou a opção por Robert ao lado de Vagner Love no ataque. “O Robert teve um ótimo desempenho nos treinos. Precisamos adotar um lado competitivo. Quem está no time tem que sofrer para permanecer, e os que estão fora precisam dar mais para entrar”, argumentou. Assim, Obina ocupará o banco.

Já os atletas planejam aproveitar os vacilos de Inter e São Paulo. “Essa rodada só vai ser boa desde que a gente vença o Cruzeiro. Não vai ser um jogo fácil, assim como não foi para os outros times ali da frente no fim de semana. Mas quarta-feira vamos encerrar essa rodada com a possibilidade de ficar mais distantes dos demais”, comentou o meio-campista Cleiton Xavier.

Muricy também destacou o tempo em que seu time é o melhor do Nacional. “Pouco se fala a respeito, mas o Palmeiras está há 11 rodadas em primeiro, desde quando cheguei contra o Fluminense. Sinal de que o time tem capacidade, mas o campeonato vai ser decidido no final”, disse, em entrevista ao Sportv.

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Ameaçado na liderança, Palmeiras admite dependência em Diego Souza

Fonte: UOL Esporte

Muricy Ramalho avalia que algumas falhas apresentadas pelo Palmeiras no revés diante do Vitória são corrigíveis, como erros de passes e finalizações. O problema é quando o clube perde peças-chave, como os meio-campistas Cleiton Xavier, Pierre e, principalmente, Diego Souza. Quando dois deles não atuam, o Palmeiras se torna vulnerável, admite o técnico.

Na derrota diante do Vitória, domingo, por 3 a 2, no Barradão, a equipe do Parque Antarctica não teve Pierre, lesionado, e Diego Souza, suspenso.

“As ausências do Pierre e Diego Souza são fatais. Temos um bom time, mas quando perdemos esses jogadores, sentimos demais. Quando só um desfalca, ainda conseguimos dar um jeito. Mas perder dois ao mesmo tempo é demais”, diz Muricy.

No caso de Diego Souza, Muricy reconhece que não há ninguém no elenco que tenha características parecidas com a do camisa 7 e teme deixar pontos pelo caminho neste returno devido a novas perdas no time titular.

Com 44 pontos, o Palmeiras tem Inter e São Paulo próximos na classificação, ambos têm 43 pontos.

Sem Diego Souza contra o Vitória, o Palmeiras alterou o esquema tático, utilizando um zagueiro na vaga do meia – 3-5-2.

“Já falei que não tem alguém parecido com o Diego. Se tivesse [uma opção] eu já teria colocado”, acrescentou Muricy.

Para a partida contra o Cruzeiro, dia 23, no Mineirão, Diego Souza retorna. Já Pierre está fora do Campeonato Brasileiro. Ele rompeu o ligamento do tornozelo esquerdo, voltando aos campos somente na próxima temporada.

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