Ewerthon esquece o passado e se empolga com chance de defender o Verdão

Fonte: Site Oficial

O atacante Ewerthon foi apresentado nesta sexta-feira (26) como último reforço do Palmeiras para a disputa do Campeonato Paulista. O jogador de 28 anos, que estava no Zaragoza (ESP), assinou contrato de duas temporadas com o Verdão e se mostrou empolgado com a possibilidade de brilhar no futebol brasileiro após oito anos atuando na Europa.

“Gostaria de agradecer muito à direção do Palmeiras por me dar a oportunidade de voltar para o Brasil defendendo um grande clube e que sempre briga por títulos”, comentou, antes de minimizar o fato de ter começado a carreira em um dos maiores rivais do clube. “O Corinthians está no passado. O meu presente é verde”, destacou.

Confira os principais trechos da entrevista coletiva concedida por Ewerthon:

RETORNO

Tive outras propostas do futebol europeu, mas decidi voltar para o Brasil para estar mais perto da minha família e defender um clube grande que almeja títulos. Quando surgiu a proposta do Betis (ESP), eu já estava apalavrado com o Palmeiras. A palavra vale mais do que qualquer coisa, e estou voltando com muita vontade e muita dedicação para ajudar o Palmeiras a alcançar os seus objetivos.

EXPECTATIVA

Estou mais experiente e pronto para encarar mais esse grande desafio na carreira. Acredito que estou na minha melhor forma, com mais vivência dentro de campo, e estou muito bem fisicamente. É uma motivação enorme estar em um clube mundialmente conhecido. Estou muito feliz.

FUTEBOL BRASILEIRO

A volta de grandes jogadores faz o futebol brasileiro ser mais visto, ficar mais bonito. Saí muito novo do Brasil e consegui ser vitorioso. Agora, é bom poder voltar por que eu quis e não por que não tinha mercado. Vou viver uma nova etapa, uma nova vida. Sei que o Brasil tem muita cobrança, mas estou disposto a encarar isso.

PASSAGEM PELA EUROPA

O futebol europeu dá uma experiência muito grande, uma tranquilidade pessoal e profissional. Aprendi muita coisa lá e agradeço a todos os clubes pelos quais passei. Nunca tive nenhum problema. Meu primeiro ano na Alemanha foi muito especial, fui campeão pelo Borussia Dortmund e fiz o gol do título. Fui considerado o melhor estrangeiro da Espanha jogando no Zaragoza, passei pelo Stuttgart (ALE) e o Espanyol (ESP) e depois voltei para o Zaragoza. Permaneci na equipe mesmo após a queda para a Série B e ajudei a recolocá-la na Série A. Não me arrependo de nada. Tudo foi válido, tudo me fez crescer como profissional e como pessoa.

INÍCIO NO RIVAL

Tenho muito respeito pelo Corinthians, mas hoje eu sou palmeirense. Foi um clube muito importante na minha vida, como foi o Borussia e o Zaragoza, mas cada época tem a sua época. O Corinthians foi há dez anos, está no passado, e o meu presente é verde.

ADAPTAÇÃO AO TIME

Eu sou um jogador que não tenho dificuldade para se adaptar a um esquema porque na Europa acontece muita variação tática. O elenco é bom, de qualidade, e eu estou vindo para somar e ajudar o trabalho do Antônio Carlos.

POSICIONAMENTO

O importante é jogar e estar à disposição. Sempre joguei como segundo atacante, com muita movimentação e liberdade. Não gosto de jogar enfiado na área, mas, se o treinador e o time precisarem, estou aqui para ajudar.

ESTILO DE JOGO

A velocidade continua, mas com um pouco mais de experiência. A rapidez é uma característica minha, e isso não mudou.

ESTREIA

Eu estava trabalhado separadamente do grupo, fisicamente. Necessito um tempo para trabalhar com o grupo, conhecer os meus colegas de clube. O Brasil tem um futebol diferente, um calor impressionante, mas a adaptação vai de cada um. Espero que eu já esteja totalmente integrado aos meus companheiros rapidamente.

TORCIDA

Acho que não terei problemas com a torcida. A cobrança em um time grande é gostosa, a obrigação de ganhar todos os jogos é boa para o profissional. Tenho fome de ganhar, sou um cara ganhador. O torcedor estava querendo a minha contratação e, felizmente, eu cheguei. Hoje é um dia a ficar marcado na minha vida. Agora é trabalhar.

ANTÔNIO CARLOS

O Antônio Carlos foi um grande jogador, um grande profissional, e agora é um grande treinador. Ele sempre me deu bons conselhos quando eu ainda era da base do Corinthians e treinava com o time profissional. Ele sempre esteve próximo dos jogadores mais jovens, e tenho certeza de que o nosso relacionamento será ótimo.

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