Sem medo da torcida, Robert diz que não sai do Palmeiras

Fonte: Lance!

As críticas e cobranças da torcida do Palmeiras já contribuíram para as saídas de Vagner Love e Diego Souza do clube. Insatisfeitos com a forte pressão, ambos se recusaram a continuar no Verdão. Hoje, o alvo principal dos torcedores é Robert. Mas o atacante garante: as vaias não o abalam e, com ou sem o apoio da arquibancada, não sairá.

Emprestado até dezembro pelo Monterrey, do México, o atleta de 29 anos fala grosso quando questionado se pode se tornar a próxima “vítima” da torcida palmeirense.

– Se depender de mim, não vou sair. Farei de tudo para ficar até o fim do ano, quando terminará meu contrato. Jogador que se incomoda com pressão da torcida não pode jogar futebol, tem de mudar de profissão – disparou o camisa 20.

Conviver com as críticas virou uma rotina para Robert. Até mesmo a cúpula alviverde não tem plena confiança no atacante e, desde o início do ano, está em busca de um centroavante. Porém, diversas negociações fracassaram e ele continua sendo o principal homem de referência do ataque do Palmeiras.

Robert, aliás, é o único atleta do elenco que participou dos 28 jogos do Verdão na atual temporada. Marcou 14 gols – média de um a cada dois confrontos – e tornou-se o principal goleador da equipe no ano.

Entretanto, na estreia do time no Brasileirão, contra o Vitória, no sábado passado, o camisa 20 deu mais motivos para a torcida se revoltar e protestar. Poucos minutos depois de perder uma ótima oportunidade de gol, Robert desperdiçou um pênalti.

A má jornada diante dos baianos é reconhecida pelo jogador, que não vê a hora de dar a volta por cima. Quem pode pagar o pato é o Vasco, adversário do próximo domingo, em São Januário. Fernando Prass, goleiro cruzmaltino, que tome cuidado.

– Fiquei chateado (contra o Vitória), não tanto pelo pênalti perdido, mas por perder aquele gol, sozinho. Tentei tirar do goleiro e mirei mal no gol. Mas, na próxima, garanto que não vou errar. Se possível, vou afundar o goleiro – afirmou Robert.

A vontade do jogador, certamente, é a mesma dos torcedores. O camisa 20 sabe que, para voltar a ter paz no Palestra Itália, só mesmo colocando a bola dentro da rede. Não há receita melhor para um atacante.

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